COMPARTILHAR

Obras da UPA em ritmo acelerado

 
st1:{behavior:url(ieooui) }

/ Style Definitions /
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;
mso-ansi-language:0400;
mso-fareast-language:0400;
mso-bidi-language:0400;}

 

A Prefeitura de Rio Verde está construindo na antiga “Praça da Antena” localizada na Rua Goiânia a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Com um valor investido de R$ 2,4 milhão (sendo R$ 1,4 milhão de verba federal e 1 milhão do município) a unidade contará com um espaço físico de mais de 3.000 m², podendo atender pacientes sujeitos a procedimentos ambulatoriais, consultas médicas e odontológicas.

 

Por causa do grande crescimento populacional nas últimas décadas em Rio Verde, a necessidade de expandir a rede pública de saúde vem sendo constante, visando à qualidade da prestação de serviço aos mais necessitados. Com a capacidade de atendimento de 500 pessoas/dia a UPA será peça fundamental devido sua estrutura que desafogará o Hospital Municipal, sendo esse restrito a grandes procedimentos cirúrgicos.

 

As obras estão em ritmo acelerado, as paredes da construção já estão recebendo a massa corrida e logo estarão prontas para a pintura. As instalações hidráulicas e elétricas estão em sua fase final, toda a parte de cobertura do prédio já foi realizada destacando-se pela cor azul das telhas usadas no empreendimento.

 

A administração municipal em suas obras preza pela qualidade dos materiais empregados, gerando assim durabilidade e economia em futuras reformas. Antes do inicio das obras da UPA o terreno era tomado por mato, sendo vetor de vários insetos e esconderijo para pessoas mal intencionadas.

 

Dona Judith moradora do bairro há 51 anos destacou sua alegria pela ocupação do terreno em frente a sua casa. “Eu morria de medo por causa do mato, pois ninguém cuidava, meu marido sempre falava que esse problema nunca teria fim, infelizmente ele faleceu e não pode ver essa maravilha que atenderá a várias pessoas”. Concluiu.

 

 

 

Relacionadas