Garantir saúde pública qualificada à comunidade rio-verdense é um dos principais objetivos da Prefeitura de Rio Verde. Tanto que diversas ações vêm sendo realizadas nesse sentido, por meio da Secretaria de Saúde.
O mês de agosto, além de comemorar o aniversário de Rio Verde, também será de vacinação na Cidade e no campo. Começa oficialmente dia 26 a segunda etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite. Nesta data, será realizado o dia D contra a paralisia infantil. Das 8 horas às 18 horas, crianças de zero a cinco anos devem receber a vacina nos postos determinados.
A campanha rural também será realizada esse mês, mas ainda não tem data definida, e só será encerrada quando todos os moradores do campo, além de cães e gatos, forem vacinados.
Poliomielite
Poliomielite ou paralisia infantil é uma infecção viral aguda causada por um dos três poliovírus existentes. A infecção se transmite através do contato com um portador da pólio ou então com fezes humanas. Crianças na primeira idade são mais susceptíveis à doença e também os principais agentes de transmissão, mas os adultos também podem contrair pólio. O vírus penetra no corpo através da boca e percorre o corpo através do sistema sangüíneo. Se ele invadir o sistema nervoso central, ataca os neurônios motores e pode causar lesões que resultam em paralisia (poliomielite paralítica). Os braços e as pernas são mais freqüentemente afetados.
A poliomielite foi algumas vezes considerada uma doença dos países desenvolvidos, onde a higiene rigorosa reduziu a possibilidade de contato com o vírus durante a infância e por isso também reduziu a proteção proporcionada pelos anticorpos existentes no leite materno contra a doença, mas na realidade as taxas mundiais de ocorrência não demonstram esta seletividade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) vem conduzindo um programa de vacinação contra a poliomielite e outras doenças infantis comuns. Nos Estados Unidos, a descoberta e desenvolvimento de uma vacina para os três tipos de poliovírus. Por Jonas Salk e Albert Sabin nos anos de 1950, proporcionou uma redução dramática da incidência da doença. Nos anos de 1980. Despertou-se a preocupação quando os sobreviventes de longo tempo da doença começaram a reportar vários sintomas de dores nas articulações e nos músculos e crescente perda da força muscular com aguda atrofia dos membros afetados.