A notícia que está tomando conta de todos os noticiários é sobre a febre amarela, que causou vítimas em várias cidades brasileiras. Mas uma boa informação para os rio-verdenses é que no município não foi detectado nenhum caso da doença, mas mesmo assim os postos de saúde da Cidade e a Vigilância Epidemiológica estão lotados por pessoas em busca da vacina, que é a única forma de prevenção da febre amarela.
Segundo a coordenadora da Vigilância, Patrice Cristine, houve falta da vacina em alguns postos de saúde de Rio Verde, mas este problema já foi resolvido e todas as pessoas que se imunizaram há mais de 10 anos ou que perderam o seu cartão de vacinação já podem procurar os locais de vacinação que serão imunizados.
Patrice explica que a febre amarela é uma doença com alta taxa de letalidade. Seus sintomas iniciais são febre, náusea, vômito, dores no corpo e nas articulações e dor de cabeça. “Estes são os sintomas iniciais e depois a doença passa para uma fase mais grave, que vem a icterícia, que é o amarelão da pele, insuficiência renal e hepática e vai se complicando, levando o paciente a óbito”.
Um outro jeito de ajudar a combater esta doença, juntamente com a vacinação, é acabar com o mosquito da dengue, o aedes egypt, que também é transmissor da febre amarela. “Existem duas formas de febre amarela, a silvestre e a urbana. A silvestre é transmitida através do aeds emagogo e a urbana pelo aeds aegipt. A nossa grande preocupação é que uma pessoa venha da zona rural com a febre amarela para a zona urbana e seja sugado pelo mosquito”.
Quanto a preocupação de moradores que viram macacos perto de suas casa, Patrice explica que isso não é problema. “Vocês devem se preocupar se virem macacos mortos. Enquanto eles estiverem vivos é certeza de que no local não há a presença do vírus da febre amarela”.
A Coordenadora alerta também que gestantes, pessoas que tomam medicamentos evasivos e que tem o vírus HIV precisam da liberação do seu médico para tomar a vacina. Em relação a vacinação de crianças ela explica que até os seis meses de idade o bebê recebe a imunização da mãe e que na rotina a criança pode receber a vacina a partir dos nove meses de idade.