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Municípios goianos se destacam no PIB agropecuário

 O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou hoje (19/12) o PIB dos Municípios 2005. O estudo traz os valores adicionados da agropecuária, indústria e serviços, o PIB e o PIB per capita para os 5.564 municípios brasileiros, já segundo a nova base das Contas Nacionais, lançada em março. O Estado de Goiás aparece em 9º lugar (Cristalina), 16º (Rio Verde), 22º (Jataí), 53º (Mineiros), 65ª (Ipameri), 77ª (Luziânia), 88ª (Catalão) e 89ª (Caiapônia).

Para o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, Leonardo Veloso, o resultado demonstra o trabalho que vendo sendo realizado no setor agropecuário dos municípios e com apoio do governo do Estado. O ano, segundo ele, foi positivo para o agronegócio e as expectativas para 2008 são melhores. O prefeito de Rio Verde, Paulo Roberto Cunha, compartilha da mesma opinião e aposta em um próximo ano de muito crescimento para a região.


Confira a lista com os cem colocados e o valor bruto adicionado por cada município link:


 http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/2007/pib/index.jhtm


Setor de serviços faz Barueri (SP) ter maior aumento de participação no PIB brasileiro de 2002 para 2005


O ganho de peso do setor de serviços na economia nacional, conseqüência das mudanças na base das Contas Nacionais – divulgadas em março deste ano pelo IBGE – fez com que municípios onde essa atividade é forte, inclusive as capitais, tivessem os maiores ganhos de participação no PIB brasileiro em 2005. Foi o caso, por exemplo, de Barueri (Grande SP), que teve o maior crescimento percentual da sua fatia do PIB nacional no período de 2002 a 2005, 0,24%, passando da 15ª para 8ª posição. Por outro lado, a cidade do Rio de Janeiro teve as maiores perdas de participação no PIB brasileiro, tanto no biênio 2004-2005 (-0,3%), quanto na série de 2002 a 2005 (-0,6%), apesar de ainda se manter na 2ª colocação no ranking geral. No estado do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes foi o destaque, tendo aumentado sua participação no PIB nacional em 0,22% de 2002 para 2005, passando da 21ª para a 18ª posição no ranking geral, graças ao bom desempenho da extração de petróleo. Seagro/IBGE

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