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Chuvas prejudicam asfalto de Rio Verde: Secretário de Obras fala sobre o assunto

O secretário de Obras da Prefeitura de Rio Verde, Lélio Guimarães, falou na manhã de hoje, 08, no Jornal 96 FM, da Rádio 96, dos buracos no asfalto da Cidade. Segundo o Secretário, os primeiros asfaltos foram feitos com tecnologia diferente das de hoje e estão muito antigos. “Temos asfalto aqui que foram feitos há mais de 35 anos. Temos alguns mais novos, mas que sofreram cargas muito intensas, como o das avenidas João Belo, Presidente Vargas e Pauzanes”.
 
Lélio explicou que todo o trabalho feito em período chuvoso corre riscos, porque o asfalto necessita de um período de cura para endurecer. Existe ainda o problema de que alguns bairros, como o Popular, a pavimentação foi feita sem a construção da rede pluvial, o que provoca o acúmulo de água, em alguns casos.
 
“Precisamos de um programa de recapeamento e o prefeito Paulo Roberto Cunha já tem esse programa, porém não foi possível implementá-lo todo no ano passado. Tentamos um recapeamento mais barato para que atingíssemos mais bairros. Tivemos reclamação do recapeamento na Vila Bailão, mas agora a população está entendendo que ele está protegendo o asfalto e não tem buraco onde foi recapeado. Acredito que esse programa será bastante intensificado neste ano”, diz Lélio.
 
Segundo o Secretário, o asfalto quente é melhor do que o frio, mas o custo daquele é três vezes maior. O frio custa R$ 4,50 o metro quadrado, enquanto o quente chega a R$13,50. “A alta variação não permite que façamos a mesma quantidade de área com menos dinheiro. Por isso, temos que selecionar aonde vai asfalto quente e aonde vai o frio”, destaca. Mas para ele, a principal dificuldade de se trabalhar com o asfalto quente são os problemas de logísticas, já que não se pode trabalhar com ele em períodos de chuva.
 
Durante a entrevista, Lélio foi questionado ainda sobre os problemas de esgoto, que afeta alguns pontos da Cidade, mas, de acordo com ele, este é um problema da Saneago. “Estamos lutando há 03 anos para que a Saneago terceirize o tapa buraco dos seus cortes no asfalto. A prefeitura não tem a obrigação de fazer esse trabalho, mas faz porque a Saneago não toma iniciativa de terceirizar e porque o Prefeito não quer deixar Rio Verde cheia de buracos”, explica.

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