Foi concluído hoje o relatório do caso do agente de trânsito André Alves da Silva, que trabalhava na Prefeitura de Rio Verde há três anos, e foi preso em flagrante pelos policiais do Grupo de Operações Táticas da Polícia Militar, recebendo propina de R$300,00. O Agente foi preso sob a acusação de existência de um forte esquema de cobrança de propinas pelos agentes de trânsito do SMT – Superintendência Municipal de Transito.
Em seu primeiro depoimento, André acusou mais duas pessoas que também trabalham na Superintendência. Já no segundo depoimento, o acusado negou a participação destas pessoas e afirmou que fazia tudo sozinho.
A comissão que cuidou do processo administrativo contra os acusados foi composta pelos funcionários Jairo Rosa Martins (advogado da Prefeitura de Rio Verde); Eliane Oliveira Carvalho (presidente da comissão do processo administrativo); e Luzia de Sousa Moraes (assessora de Recursos Humanos).
A comissão investigou os supostos acusados denunciados por André, mas não conseguiram provas de seus envolvimentos no crime. Mas no caso do Agente, o crime de recebimento de propina foi comprovado e a comissão sugere a sua demissão.
Um outro inquérito policial está no Ministério Público, onde continua o processo criminal contra o acusado.
Habitação
A Comissão Provisória de Processo Administrativo – CPPA – criada para investigar as supostas irregularidades com o Cheque Moradia, durante a gestão de Jesus Catarino frente à Superintendência Municipal de Habitação, informou que no próximo dia 8, quarta-feira, o Ministério Público começará a ouvir as 33 pessoas que afirmam ter assinado o Cheque Moradia, mas não receberam.
Junto à Promotoria, estarão ouvindo os denunciantes também a comissão da Prefeitura, que é formada pelo advogado Jairo Rosa Martins, Warlo José Bueno da Silva – gestor da Secretaria da Fazenda, e Fernando Lensa – presidente da Comissão de Licitação.
Segundo o presidente da CPPA, Jairo Rosa Martins, até o dia 17 de março deve finalizar os trabalhos.