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postado em 14 nov 2006 em Gabinete do Prefeito

Sancionado o projeto de lei que marca a história econômica de Rio Verde

Estabelecer limites para o plantio de cana-de-açúcar e dar outras providências são o que prevê o projeto de lei complementar n° 5200/2006, sancionado pelo prefeito de Rio Verde, Paulo Roberto Cunha, na noite de ontem, 13, no auditório do Senac.   A solenidade reuniu autoridades dos três poderes, além do público e da imprensa de toda a região. Secretários Municipais, Vereadores, Representantes de órgãos e entidades públicas da Cidade – como a Acirv, a CDL, a OAB e o Sindicato de Armazéns Gerais – compuseram à mesa, ao lado do Prefeito, para testemunhar ao que foi chamado por alguns de “momento histórico determinante”.   Se para alguns, o assunto é polêmico, para muitos não passa de uma decisão sensata e acertada. Após receber um documento com a assinatura de cerca de 50 representantes de entidades de Rio Verde solicitando o impedimento da monocultura da cana na Cidade, o Prefeito elaborou o projeto, que foi aprovado por unanimidade pelos vereadores e elogiado tanto pelos representantes políticos de Rio Verde, quanto por quem trabalha em defesa do meio ambiente.   “O projeto é um grande passo para o início da discussão do uso e ocupação do solo dos municípios. É realmente necessário estabelecer parâmetro para isso e buscar coordenar e zonear essas áreas para que os recursos naturais sejam preservados não só agora, mas para as próximas gerações”, disse Donizete Tokarski, presidente do Ecodata e Membro da Coordenação do Fórum Ambientalista do Estado de Goiás.   Questionado pela imprensa sobre os riscos desta decisão, Paulo Roberto foi claro e objetivo. “Estou apenas procurando proteger e preservar nosso Município. Como homem público tenho o dever de alertar a comunidade. Além do mais, não estamos impedindo a chegada de indústrias de cana em Rio Verde, apenas limitando o seu tamanho”, observou.   Mais do que isso, o Prefeito disse ainda que pretende, com esse projeto, preservar as riquezas e a multiplicidade de negócios existente no Município, que o tem levado a sair na frente inúmeras vezes, tanto na educação como em diferentes outras áreas. Durante seu discurso Paulo Roberto emocionou com suas palavras e com uma frase bastante humanista comprovou que está preocupado com o desenvolvimento econômico da Cidade que garanta renda e satisfação aos moradores. “Perdemos na receita financeira, mas ganhamos muito na receita humana”, disse. Para ele, diferentemente das outras culturas, a cana é o único produto que não faz parte de uma economia cíclica. “Aonde a cana chega, ela permanece. E não podemos deixar que Rio Verde perca a multiplicidade de negócios aqui existente”, ressalta o autor do Projeto.   Para fiscalizar o uso restrito do solo na plantação de cana, o Prefeito disse que também vai sancionar a Lei que cria os cargos de fiscal ambiental e auditor fiscal agropecuário que vão trabalhar na fiscalização das áreas plantadas para fazer o controle desse percentual. Autoridades aprovam e cumprimentam o Prefeito pela iniciativa O primeiro a se pronunciar no evento foi o secretário de Indústria e Comércio, Avelar Macedo, que foi quem deu os primeiros passos no sentido de evitar a monocultura da cana na Cidade. Em sua fala, Avelar deu exemplos de Cidades que tiveram sua economia fortemente abalada desde a instalação de Usinas na sua região. Por isso, para ele, a concretização dessa idéia é um exemplo para o Brasil. “Temos orgulho de dizer que o cluster do agronegócio é uma realidade em Rio Verde”, afirmou. Ao Prefeito, ele garantiu: “Você já assinou documentos determinantes e decisivos tanto no que diz respeito ao Município, como ao Estado e ao País, mas tenho certeza, Paulo Roberto, que hoje, você vai dar a assinatura mais importante de toda a sua vida”, disse Avelar, dirigindo-se ao Prefeito.   “Estamos vivenciando um momento histórico determinante para nossa economia. Capitaneados pelo Prefeito, fizemos uma nítida opção: a de produzir alimentos ao invés de combustível”, destacou Oduvaldo Lopes, presidente da Acirv.  “Este é um passo importante e um forte exemplo tanto para Goiás, como para o Brasil”, disse o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Paulo Martins, que finalizou seu discurso cumprimentando a todos.   Representando a classe de vereadores no evento, Lúcia Caetano disse que mais uma vez Rio Verde sai na frente. A atitude apenas demonstra nossa preocupação com o meio ambiente, com a renda econômica e com o futuro de Rio Verde. “Nós, vereadores, registramos aqui nossos cumprimentos ao Prefeito pelo brilhantismo dessa lei”.   Também para Donizete ToKarski essa foi uma medida modelo. “Temos que buscar através de planejamento como esse um zoneamento ecológico que permita o desenvolvimento econômico com responsabilidade. E finalizou com uma frase bastante reflexiva. “Não queremos produzir em quantidade, mas com racionalidade. Não precisamos exaurir nossos recursos naturais, mas preservá-los. Essa medida é um exemplo. Parabéns Rio Verde! Parabéns Brasil”!

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