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postado em 16 nov 2006 em Notícias

Público opina sobre lei que limita plantio de cana em Rio Verde

Desde que Rio Verde virou notícia nacional após o sancionamento da lei que limita o plantio de cana a 10% da área agricultável do Município – na última segunda-feira, dia 13 – a Prefeitura não parou mais de receber e-mails de manifestação pela medida.   As mensagens são diversas, mas em sua maioria, em favor da iniciativa ousada do Prefeito Paulo Roberto Cunha, que, por meio do projeto de lei, demonstra sua preocupação em manter a multiplicidade de negócios, provenientes do agronegócio, que tem alavancado a economia da Cidade e a destacado perante os demais municípios do Estado.    “Parabéns Prefeito! Vossa Senhoria mostrou espírito público ao se preocupar com o plantio desordenado da cana. Sua lei vai servir de exemplo para muitos municípios e até ao governo federal que não se preocupa em fazer um zoneamento agrícola respeitando a vocação regional”, foi o que enviou o internauta Aluisio de Paulo Silva, gestor de loteamentos.   Há também quem aponte os riscos dessa iniciativa. Para o internauta identificado apenas como Lincoln, o risco que o Município corre, limitando as áreas plantadas, “é que os próprios agricultores, não vendo a possibilidade de ganho com outras culturas, podem deixar de plantá-las também, e o município ficar limitado à 10% de sua área agrícola cultivada apenas com cana-de-açucar”.   Sérgio Chirichella solicitou mais informações sobre o projeto, o qual definiu como perfeito. “Temos que cuidar de toda a agricultura e não só de um setor. Obrigado Prefeito e que Deus abençoe sua gestão”.   Quem também enviou seu comentário foi Sérgio Figueiredo, autor de uma recente dissertação de mestrado sobre o processo de inovação do carro a álcool no Brasil. Sérgio cumprimentou o Prefeito pela decisão e afirmou: “Nem durante o processo de inovação do carro a álcool se pode afirmar que a cultura da cana-de-açúcar trouxe algum desenvolvimento ao país ou a uma de suas regiões. Já são quase 500 anos de cultivo da cana no Brasil sem que se possa apontar qualquer efeito para a distribuição de renda ou para o desenvolvimento sócio-econômico”. Figueiredo ainda elogia a medida e sugere: “Sábia decisão a sua, Prefeito. Legalmente, contudo, creio que ela deveria se basear na elaboração do Zoneamento Ecológico Econômico local, conforme prevê o Decreto 4.297”, finaliza.   Moradores de outros estados também comentam a medida   O paulista Ricardo Ramiro não só elogia a iniciativa como também descreve a atual situação de sua cidade, vítima da expansão desordenada da cana, “Sou de Catanduva, interior de SP e gostaria de parabenizar o governo de Rio Verde e sua iniciativa de limitar a área para plantio da cana-de-açúcar, conforme noticiado no Jornal da Globo. Catanduva sofre os efeitos de uma séria crise social, econômica e ambiental, graças a expansão incontrolada do cultivo da cana na cidade e na região, atingindo 90% da área cultivável. Toda a economia do município torna-se dependente do setor, os trabalhadores sofrem com a sazonalidade e o emprego temporário, e ocorre uma péssima concentração de terras em imensos latifúndios”.   Além da preocupação com a distribuição de renda e com a economia da cidade, Ricardo também expõe os prejuízos causados ao Meio Ambiente. “O impacto sobre o solo é grave, com riscos de desertificação a médio prazo, tal risco é maior em regiões de cerrado. A cultura da cana exige o uso extensivo de agrotóxicos e fertilizantes, que contaminam o lençol freático e os rios, sem contar a poluição insuportável das queimadas, com muita fumaça e fuligem”, acredita. Para ele, a diversificação da agricultura e da economia de um município sempre será o melhor caminho para o bem estar de todos. “O cultivo da cana atrai investimentos, não há dúvida, mas os cidadãos devem se perguntar se vale a pena permitir que este setor domine a economia da cidade”, finaliza.   Houve também quem mandasse sua parcela de contribuição. “Sr. Prefeito, manifesto aqui meu apoio pela sua decisão em limitar o plantio de cana em seu município. No entanto, gostaria de colaborar com sua decisão, auxiliando-o na regulamentação. Minha sugestão é regulamentar a lei, respeitando quem já tem a cultura implantada e quem não a tem implantada e pretende implantar. O processo deve ser de mão dupla. Quem tem a cultura implantada, passa a ter a obrigação de diversificar sua cultura, estabelecendo-se um prazo, de maneira que o agricultor que está querendo plantar a cana também, tenha direito de plantar, respeitando a diversidade de cultura. Pode ser um grande exemplo para nosso imenso País. Meus respeitosos cumprimentos”, disse Licinio Fonseca da Costa, de Salvador, BA.

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