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postado em 05 set 2006 em Notícias

“O Estadão” publica matéria sobre agronegócio: Rio Verde é citada

Confira na íntegra, parte da matéria sobre agronegócio que destacou Rio Verde, citada no jornal “O Estado de São Paulo”, edição de ontem, dia 04. Confira matéria completa clicando: http://txt.estado.com.br/editorias/2006/09/04/index.xml?editoria=eco   Rio Verde, celeiro do Brasil, ainda em crise Riqueza da soja atraiu migrantes de todo o País; hoje, falta trabalho   Desde 2001, quando foi apontada como um dos celeiros do Brasil e um lugar onde não faltava trabalho, Rio Verde, no sudoeste de Goiás, recebeu mais 25 mil moradores. É gente de todo o País que aportou no município atrás de emprego e, na época, conseguiu. Hoje, boa parte desses migrantes está engordando as estatísticas dos desempregados. A crise da agricultura saiu do campo e atingiu em cheio a cidade onde, há cinco anos, não faltava soja e dinheiro.

A expectativa é que o Estado todo de Goiás plante cerca de 15% menos do que nos anos anteriores. Muitos produtores esperam a renegociação da dívida com o Banco do Brasil para comprarem insumos. "Não vai dar tempo. Só 20% dos insumos (fertilizantes, inseticidas) estão nos campos. Deveria ter já 80%, mas o pessoal não conseguiu crédito", diz o prefeito de Rio Verde, Paulo Cunha.   A arrecadação do município caiu R$ 1,5 milhão nos últimos três meses, conta o prefeito. A participação de Rio Verde no ICMS do Estado deve ser reduzida em 12% no ano que vem. Na Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano o faturamento caiu de R$ 870 milhões em 2004 para R$ 650 milhões este ano.   Não há uma loja na avenida principal, a Presidente Vargas, que não tenha demitido pelo menos um empregado desde o início deste ano. A mesma coisa nas fazendas. Vilmar de Oliveira, dono de uma área de 700 hectares em que planta soja e sorgo vai ter que dispensar um de seus dois funcionários fixos. "Vou ter que ficar só com temporário. O preço não melhora, temos que reduzir os custos", diz. A outra providência é diminuir a plantação. Este ano, Vilmar vai plantar 35% menos área do que em 2005. A conta dos produtores é simples: com o valor do dólar baixo e os custos dos insumos alto, uma saca de soja está custando cerca de R$ 25 para ser produzida. E rende, no mercado, em torno de R$ 22.   Vilmar está devendo ao Banco do Brasil. No ano passado, com a renegociação autorizada pelo governo, jogou para frente 40% do financiamento da safra de 2004. Este ano, espera o resultado de uma segunda renegociação para rolar 70% do financiamento de 2005. O que produziu este ano foi para pagar as empresas, que cortam crédito se não recebem. "Não estou vendo nenhuma expectativa boa não, como estão dizendo. Os insumos caíram em real, mas não em dólar. Continua a mesma coisa. Vamos plantar prejuízo", reclama.   O gaúcho Flavio Faedo planta em Goiás há 24 anos.. Dessa vez, diz, é a primeira crise em que não vê solução nem mesmo para o próximo ano. "Desde 2004 tive um prejuízo equivalente a 300 hectares por ano. As reservas que eu tinha, foram", conta o produtor, que vai reduzir de 1.900 para 1.700 hectares a área plantada este ano. A crise que começa no campo chega rapidamente à cidade. Com 120 mil habitantes, Rio Verde é um pólo que abriga à sua volta dezenas de municípios, cujos habitantes fazem compras lá. Nas ruas de comércio não há um comerciante que não registre uma queda de 40% a 50% nas vendas.   Lúcio Ribeiro, dono da Casa da Fazenda, na avenida principal, vende artigos para quem trabalha com gado. Mas diz estar "sentindo na pele a crise". As vendas caíram 40%. Cerca de 20% dos clientes fiéis estão com as contas atrasadas desde abril. A concessionária da Massey Ferguson na cidade, que vende tratores, colheitadeiras e plantadeiras, viu o movimento despencar. Em anos normais, conta o proprietário, Danilo Ferreira, vende cerca de 120 tratores e entre 40 e 50 colheitadeiras. Este ano, conseguiu vender apenas 12 tratores e uma colheitadeira.   Dos 43 funcionários que a concessionária, sobraram 25. "Uma coisa que mostra bem o tamanho da crise é que, quando as coisas ficam difíceis, caem as vendas das máquinas novas e sobem as de peças", explica. "Mas este ano poucos se animaram a reformar e, os que compraram peças, não estão conseguindo pagar". Demissões no comércio e nas fazendas levaram o Sistema Nacional de Emprego registrar uma média mensal de 5,5 mil pessoas procurando emprego na cidade.    

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