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postado em 21 nov 2007 em Notícias

I Seminário Goiano de Comercialização de Frutas no Estado de Goiás começa amanhã

Já está quase tudo pronto para o I Seminário Goiano de Comercialização de Frutas no Estado de Goiás. Realizado pela secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (SEAGRO), pela Federação da Agricultura e Pecuária e Goiás (FAEG) e parceiros, o evento acontece amanhã e sexta-feira (22 e 23 de novembro), no Auditório da SEAGRO, das 08 às 18 horas. Cerca de 200 pessoas, entre produtores, técnicos dos setores público e privado, comerciantes e consumidores de todo Estado devem participar.

O evento vai contar com as presenças do chefe de Gabinete da SEAGRO, Paulo Martins, representando o secretário estadual de Agricultura, Leonardo Veloso, o superintendente executivo da secretaria, Luiz Becker Karst, além de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Associação das Donas de Casas e demais autoridades ligadas ao setor de frutas.

O seminário vai discutir o sistema de comercialização, classificação, padronização barreiras fitossanitárias, balança comercial, comércio exterior e aspectos físicos da comercialização de frutas em Goiás. Haverá realização de palestras, debates e ao final do evento será formulado documento com o resultado das discussões feitas nos dois dias.

Dados da Faeg apontam que mercado potencial de fruticultura goiano no âmbito das Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa) é de R$ 440 milhões ao ano, e no âmbito dos supermercados é de R$ 180 milhões/ano. Em um ambiente favorável e diversificado nas atividades agrícolas, a citricultura ocupa lugar de destaque no estado de Goiás, com uma área plantada de 8.000 hectares. O estado de São Paulo representa sozinho 50% do mercado nacional de fruticultura. A fruticultura brasileira é uma das maiores do mundo. O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com 39 milhões de toneladas/ano.

O Estado de Goiás possui um grande potencial não só na produção de frutas cultivadas como também na produção de frutas típicas do Cerrado, que vem despontando como uma grande alternativa industrial que virá a atender um mercado cada vez mais interessado em produtos com estas características de sabor diferenciado e preservação ambiental.

O potencial para produção de frutas cultivadas, não só para a fruticultura tropical mas também para a fruticultura sub-tropical, se deve às condições de disponibilidade e qualidade do solo, como também disponibilidade de água, clima favorável e estações do ano definidas.

O setor ocupa no País uma área de 3 milhões de hectares, gera 5,6 milhões de empregos (27% do total da mão de obra agrícola no Brasil) e gera um PIB de U$$ 5,8 bilhões de dólares. O Brasil é responsável por 40% da produção das frutas tropicais do planeta. O primeiro pais colocado em produção mundial é a China, com 154 milhões de toneladas. Em segundo lugar está a Índia, com 54 milhões de toneladas. E em terceiro o Brasil, com 40 milhões de toneladas de frutas in natura, segundo dados do IBGE.

Na última década a produção de frutas alcançou um crescimento de 40% passando de 29 milhões de toneladas para 40 milhões de toneladas. O Brasil destina 1,6% de sua produção de frutas in natura para o mercado externo e ocupa atualmente o 20º lugar entre os países exportadores.

Mercado externo - Os 10 maiores exportadores mundiais de frutas em 2000 foram em ordem decrescente: EUA, Espanha, Itália, Bélgica/Luxemburgo, Chile, Equador, França, Costa Rica, Holanda e África do Sul. Isso comprova que o nosso vizinho Chile está na quinta posição no ranking dos exportadores mundiais de fruta. Como um país das dimensões do Chile, de território acidentado, que representa somente 5% do PIB brasileiro, e que boa parte do ano permanece congelado, pode ter divisas com exportações de frutas maiores que U$$ 2 bilhões/ano, enquanto que aqui temos somente U$$ 472 milhões?

A explicação disto tudo é cultura exportadora, grandes multinacionais que se instalaram no país a partir dos anos 70 e acordos comercias estratégicos com vários países do globo, entre eles com o Nafta (Tratado de Livre Comercio) e a União Européia (Acordo de Associação Econômica). Com isso, a pauta de exportações de frutas chilenas tem como destino principal os EUA, com 45%, e 30% a Europa. As exportações de frutas brasileiras estão concentradas na Europa, sendo a origem de 76% das nossas exportações, sendo que os EUA só representam 5%.

O grande problema de se exportar fruta para o mercado americano são as barreiras sanitárias e tarifárias. Mesmo assim as exportações de melão a América do Norte cresceram 100% ao ano nos últimos três anos. Os mercados de fruticultura americano, asiático e árabe de frutas têm grande potencial a longo prazo e é onde estão sendo direcionadas muitas campanhas de marketing da fruta brasileira.

O volume de exportações de frutas cresceu 14% no primeiro semestre de 2007 e entre o ano de 1997 e 2007 apresentou um crescimento nas exportações de 20% ao ano, sendo um dos setores da economia que mais cresceram no Brasil no período. Em 1970, o Brasil produzia 11,5 milhões de toneladas de frutas, em 2006 produziu 39 milhões de toneladas.

A meta do Instituto Brasileiro de Frutas (IBRAF) é que o Brasil atinja em 2010, U$$ 1 bilhão em exportações de frutas, esse dado pode ser muito otimista, mas nos próximos 10 anos o Brasil se posicionará entre os 10 maiores exportadores do mundo.

O grande desafio a ser atingido é o baixo consumo per capita de frutas no Brasil, que é de 57 kg de frutas/ano, enquanto que o preconizado pela Organização Mundial de Comércio é de 80 kg/ano e países desenvolvidos como a Itália consomem 120 kg/ano.

Muitas frutas tropicais são caso de sucesso do Brasil no mercado mundial, por exemplo:

Mamão – O Brasil domina 78% do mercado europeu, domina 30% do mercado mundial e é o segundo maior exportados da fruta.

Manga - O Brasil domina 30% do mercado mundial e é o maior exportador da fruta para Europa.

Uva – O Brasil é o único pais a produzir a fruta em região semi-árida do mundo.

Programação - I Seminário Goiano de Comercialização de Frutas no Estado de Goiás

22/11/2007 (Quinta-feira)
08:00
09:00
Inscrição e Café da Manhã
09:00
10:00
Abertura
10:00
10:50
Sistema de Comercialização de frutas: Atacado (CEASA - Josué Siqueira)
11:00
11:50
Sistema de Comercialização de frutas: Varejo (AGOS)
11:50
12:20
Debate
12:20
14:00
Almoço
14:00
14:30
Sistema de Comercialização de frutas: O Consumidor (Associação das Donas de Casa - Srª. Maria das Graças Santos)
15:00
15:50
Processo de Certificação na Comercialização de Frutas (BVQI - Sr. José Carlos de Oliveira)
15:50
16:10
Intervalo (Coffe Break)
16:10
17:00
Barreiras Santárias/Requisitos Fitossanitárias para exportação de frutas (MAPA)
17:00
17:30
Debate
17:30 Encerramento
23/11/2007 (Sexta-feira)
08:00
08:30
Café da Manhã
08:30
09:20
Balança Comercial e Comércio Exterior (SECOMEX - Sr. Ovídio de Ângelis)
09:30
10:20
Aspectos Fiscais (SEFAZ - Sr. Lidilone Polizeli Bento)
10:30
11:20
Fortalecimento da Marca (ABAP - Sr. Marco Antônio Chuahy)
11:20
12:00
Debate
12:00
14:00
Almoço
14:00
14:40
Perspectiva de Intercâmbio de Comercialização (CONAB)
15:00
15:50
Central de Comercialização (SEBRAE)
16:00
16:30
Debate
16:30
16:50
Intervalo (Coffe Break)
16:50
17:00
Encerramento
17:00
18:00
Reunião fechada - Elaboração de Documento - Coordenação SEPLAN

Fonte: ASCOM SEAGRO/IBGE/Faeg


 

 

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64 36

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64 99284-7521

EMEF Professora Maria Dulce Rocha Duarte Barbosa

64 3620-2011 / 9 9278-2472

CMEI Caminho da Vida

64 3620-3228

Secretarias

Secretaria de Planejamento e Gestão

64 3602-8040 / 3602-8087

Controladoria Geral do Município

64 3602-8055

Secretaria de Assistência Social

64 3602-8800

Secretaria de Turismo

64 3620-2146

Secretaria da Fazenda

64 3624-2400 / 2413

Secretaria de Educação

64 3602-8200

Secretarias

Secretaria de Saúde

64 3602-8100 - 64 3602-8123

Secretaria de Ação Urbana e Serviços Públicos

64 3620-2131 / 3620-2141

Secretaria Infraestrutura Urbana

64 3602-7200

Secretaria de Infraestrutura Rural

64 3620-0012

Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável

64 3620-4130

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

64 3612-1944

Secretaria de Esportes e Lazer

64 3620-2081, 3620-2042, 3620-2119

Secretaria de Meio Ambiente

64 3602-8400

Secretaria de Comunicação Social

64 3602-8001

Secretaria de Cultura

64 3620-2071

Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária

64 3602-1281 / 64 992241507