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postado em 26 maio 2006 em Secretaria Infraestrutura Urbana

Aporte de capital de R$ 20 milhões na Parmalat Alimentos

Com aprovação da proposta da Latin America Equity Partners (LAEP), em associação com a Perdigão, cumpre-se etapa decisiva do plano de recuperação da empresa   Os credores da Parmalat Alimentos reunidos nesta sexa-feira (26) em assembléia aceitaram por 100% dos votos a proposta apresentada pelo Latin America Equity Partners (LAEP), em associação com a Perdigão. A proposta prevê o aporte de R$ 20 milhões na Parmalat Alimentos pelo grupo LAEP,  que assume o controle da empresa. Na mesma operação, a Parmalat Alimentos cede os seus direitos na Batávia para a Perdigão. Com o aporte de recursos da LAEP e os recursos apurados com a venda da Batávia, de R$ 101 milhões, será liquidada 100% da dívida da empresa com os quirografários financeiros.   Para os quirografários operacionais permanece o estabelecido no plano já aprovado em assembléia anterior, que prevê a liquidação de 100% da dívida em no máximo quatro anos. Aos credores operacionais que assim o escolherem, foi facultada a liquidação antecipada da dívida na mesma proporção de redução acordada pelos credores financeiros.   Dessa forma, inicia-se uma nova etapa na trajetória da Parmalat, que buscará o crescimento de sua participação no mercado recuperando sua posição histórica de liderança na preferência dos consumidores.   A partir desse momento, todas as forças da empresa poderão voltar-se para o crescimento, inovação, geração de lucro para os acionistas e maior proximidade com fornecedores, clientes e consumidores.    No próximo dia 28, estréia em cadeia nacional uma nova campanha publicitária que sinaliza esse momento de otimismo e confiança, transformando a estrela símbolo da marca Parmalat num troféu conquistado por todos os envolvidos na recuperação da empresa.     Histórico   A recuperação judicial da  Parmalat, com um significado altamente positivo para todas as partes envolvidas, foi conduzida desde 15 de abril de 2004 pela Integra Associados, empresa especializada na reestruturação de negócios, indicada  pelo administrador extraordinário da Parmalat Spa (Itália), Enrico Bondi, para encontrar uma solução diante da crise que atingiu a Parmalat no Brasil em repercussão aos graves problemas enfrentados pela matriz na Itália. O escritório Felsberg Associados conduziu todos os aspectos jurídicos da recuperação e o Banco Pactual intermediou a oferta de aumento de capital nesta fase final.   Como parte do processo que consumiu dois anos e meio, instituiu-se uma nova estrutura administrativa e operacional na empresa, que dedicou-se prioritariamente à manutenção de um negócio sólido e essencial para a economia do país,  que envolvia 8 unidades industriais e 70 mil postos de trabalho entre empregos diretos e indiretos.   A Parmalat passou por profundos ajustes, incluindo ações para redução nos custos, revisão das metas de produção e reposicionamento de marketing, sempre com o objetivo de estabelecer uma nova relação com o mercado e reconquistar a confiança de fornecedores, credores e consumidores.   Menos de dois meses após a implementação do novo modelo de gestão, os primeiros resultados positivos começaram a aparecer, com a retomada de espaços que a empresa ocupara no mercado nacional. Um dos indicadores mais emblemáticos foi a ampliação da participação da Parmalat no abastecimento de leite. Depois de cair a níveis extremamente baixos de captação de leite in natura no auge da crise, abaixo de 300 mil litros por dia, ao final de 2004, o volume de abastecimento já ultrapassava os 1,5 mil  litros por dia, com firme tendência de crescimento. Com essa evolução, o consumidor voltou a encontrar o leite Parmalat nas prateleiras dos supermercados.   Além das medidas adotadas para redução de custos e elevação da eficiência operacional, outro fator contribui de maneira fundamental para que o processo de recuperação da empresa alcançasse os resultados perseguidos. O foco central passou a ser a rentabilidade em todas as unidades de negócios com ampliação da distribuição de produtos em todas as regiões do país.   O Plano de Recuperação Judicial da Parmalat Alimentos foi aprovado no dia 22 de dezembro do ano passado em assembléia geral dos credores, por 94,2% dos votos. Essa decisão foi revestida de um caráter pioneiro, pois se tratava do primeiro plano no de uma grande empresa a ser aprovado desde a regulamentação da nova Lei de Recuperação Judicial.   A partir daquela data abria-se um caminho promissor para que a empresa pudesse estruturar sua recuperação financeira e trabalhar para a manutenção de suas atividades produtivas.   O plano previa, em linhas gerais, que a dívida da empresa com os credores operacionais (fornecedores) será paga no prazo de quatro anos. Para as instituições financeiras credoras foram oferecidas duas categorias de debêntures, com vencimento em 12 anos. A empresa também foi autorizada a buscar compradores para a Batavia e Etti.   Em março último, a Etti – unidade que produz atomatados e vegetais - foi adquirida pela Assolan, empresa do Grupo Monte Cristalina, dentro desse processo de recuperação.   A trajetória da Parmalat Alimentos na gestão da crise que se abateu sobre a companhia é a coroação de um processo conduzido com muita seriedade, profissionalismo e determinação. A conclusão das negociações é mais um passo importante dentro do processo de recuperação judicial que traz como benefícios a manutenção de uma atividade produtiva que gera empregos, renda e, conseqüentemente, desenvolvimento econômico e social.     A4 Comunicação

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